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Conteúdo: Coordenação do Mês

COORDENAÇÃO MARÇO 2010

01 Segunda
20:00hs – Fechada
02 Terça
20:00hs - Fechada – Flávio
03 Quarta
20:00hs - Literatura 3° Passo – Jurandir
04 Quinta
20:00hs - Fechada – Edson
05 Sexta
11:00hs - Fechada – Rosa
06 Sabado
10:00hs - Fechada – Neuza
16:00hs - Opaa – Antonio G.
20:00hs - Fechada - Wilson
07 Domingo
10:00hs - Aberta – Bruno
19:00hs - Aberta – Jurandir
08 Segunda
11:00hs - Fechada – Edy
09 Terça
20:00hs - Fechada – Antonio G.
10 Quarta
20:00hs - Literatura 3ª Tradição – Jorge
11 Quinta
20:00hs - Fechada – Luciano
12 Sexta
11:00hs - Fechada – Rosa
20:00hs – Fechada – Paulo César
13 Sabado
13:00hs - Fechada – Jurandir
16:00hs – Opaa – Walter
20:00hs – Fechada – Antonio G.
14 Domingo
10:00hs - Aberta – Bruno
19:00hs – Aberta – Julio C.
15 Segunda
20:00hs - Fechada – Jôsi
16 Terça
20:00hs - Fechada – Edy
17 Quarta
20:00hs - Literatura Viver Sobrio – Beto
18 Quinta
20:00hs - Fechada – Edson
19 Sexta
11:00hs - Fechada – Rosa
20:00hs – Fechada – Wilson
20 Sabado
10:00hs - Fechada – Neuza
15:00hs – Serviço
16:00hs – Oppa – Edy
20:00hs – Fechada – Wellington
21 Domingo
10:00hs - Aberta – Orestes
19:00hs – Aberta – Jôsi
22 Segunda
20:00hs - Fechada – Carlos
23 Terça
20:00hs - Fechada – Jurandir
24 Quarta
20:00hs – Literatura na opinião do Bill, Carla
25 Quinta
20:00hs - Fechada – Luciano
26 Sexta
11:00hs - Fechada – Rosa
20:00hs – Fechada – Jôsi
27 Sabado
10:00hs - Fechada – Paulo César
16:00hs – Oppa – Walter
20:00hs – Fechada – Julio César
28 Domingo
10:00hs - Aberta – Bruno
19:00hs – Aberta – Leonardo
29 Segunda
20:00hs - Fechada – Edy
30 Terça
20:00hs - Fechada – Flavio
31 Quarta
20:00hs – Literatura Vivência – Edson

MARATONA DO 34º ANIVERSÁRIO

29/04 Quinta - Feira
20:00hs – Unidade - Grupo Vila Gomes Cardim – Al- anon (Conjunta)
04/05 Terça - Feira
20:00hs – Unidade - Grupo Guaianazes
06/05 Quinta - Feira
20:00hs – Unidade – Grupo Engenheiro Goulart
08/05 Sabado
20:00hs – Unidade – Grupo Jd. Das Nações/ Unidos Saltense (Salto/SP)
09/05 Domingo
19:00hs – Unidade – Grupo Parque Guarani
11/05 Terça - Feira
20:00 hs – Grupo São Lucas
13/05 Quinta - Feira
20:00hs – Temática – “ O Primeiro Passo e suas decisões” Companheiro Marcos
15/05 Sabado
20:00Hs – Unidade – Grupo Renascer (Machado/MG)
18/05 Terça Feira
20:00hs – Unidade – Grupo Sapopemba
20/05 Quinta - Feira
20:00hs – Temática – “As Doze Tradições em Família” Companheira Kitty
22/05 Sabado
20:00 hs – Temático – “O Programa de A.A de Acordo com o Livro Azul” Comp Michael
25/05 Terça - Feira
20:00hs – Temática – “Afetividade e Sexualidade” Companheira Carla
27/05 Quinta - Feira
20:00hs- Unidade – Grupo Cumbica (Guarulhos/SP)
29/05 Sabado
19:00hs – Reunião Pública Infomativa Comemorativa do 34º Aniversário Salão de Festa daí Igreja Nossa Senhora do Bom Parto Rua Dona Candido nº09 - Tatuapé – São Paulo/SP
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Conteúdo: Reflexão Diária
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Conteúdo: I Encontro de Alcoólicos Anônimos do Setor A
I encontro
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Conteúdo: A última mesagem dos Co-Fundadores de A.A.

A ÚLTIMA MENSAGEM DE BILL

"Meus queridos amigos: Recentemente um membro de A.A. me enviou uma extraordinária mensagem a qual eu quisera estender a todos vocês.

Disse-me que era a saudação de um amigo árabe. Talvez não tenhamos grupos de A.A. árabes, porém é uma expressão que explica o que sinto por cada um de vocês: "Saúdo-te e dou graças por tua vida."

Meus pensamentos hoje em dia estão cheios de gratidão para com a nossa Associação pelo sem-número de bondades que nos tem dado a Graça de Deus.

Se me perguntassem qual dessas bondades era o responsável por nosso crescimento como Associação e mais vital para nossa continuidade, eu diria: o "Conceito do Anonimato".

O anonimato tem dois atributos essenciais para nossa sobrevivência individual e coletiva: o espiritual e o prático.

Ao nível espiritual, o anonimato requer toda a disciplina que somos capazes de dar. Ao nível prático, o anonimato tem dado proteção ao novo membro, nos tem dado o respeito e o apoio do mundo exterior, dando-nos proteção e segurança daqueles que poderiam usar o A.A. para fins doentios e egoístas.

Com o passar dos anos o A.A. deve e continuará a mudar. Não podemos e nem devemos retroceder no tempo. Sem dúvida acredito firmemente que o princípio do anonimato deve permanecer como primordial e permanente medida de segurança. Enquanto aceitarmos nossa sobriedade em nosso tradicional espirito do anonimato, continuaremos recebendo as Graças de Deus.

E assim, uma vez mais os saúdo nesse espírito e outra vez mais dou graças por vossas vidas.

Que Deus bendiga a todos nós agora e sempre.

Sempre seu

Bill. "

A ÚLTIMA MENSAGEM DO DR. BOB

"Meus queridos amigos em A.A. e do A.A.

... Fico bastante emocionado ao ver diante de mim um vasto mar de faces, com o sentimento de que, possivelmente alguma pequena coisa eu fiz há alguns anos atrás, para tornar este encontro possível.

Fico muito emocionado também, quando penso que todos nós tivemos os mesmos problemas. Que todos nós fizemos as mesmas coisas. Que todos nós conseguimos os mesmos resultados proporcionalmente ao nosso zelo, entusiasmo e persistência na detenção da marcha de nossa doença. Se vocês me permitirem a inclusão de uma pequena nota pessoal neste momento, quero dizer que estive acamado cinco dos sete últimos meses e minhas forças não retornaram como eu gostaria; assim meus comentários sobre o necessário serão muito breves.

Duas ou três coisas vieram à minha mente, às quais eu gostaria de dar um pouco de ênfase. Uma é a simplicidade do nosso programa. Não vamos perder isso tudo com complexos de Freud e coisas que são interessantes para o pensamento científico, mas temos muito o que fazer com o nosso atual trabalho no A.A. Os nossos Doze Passos quando experimentados até o último, resumem-se todos eles às palavras "AMOR" e "SERVIÇO".

Nós entendemos o que o AMOR é. Nós entendemos o que o SERVIÇO é. Assim, vamos manter essas duas coisa em nosso pensamento.

Lembramos também de guardar a nossa língua para não errar e que se tivermos que usá-la, usêmo-la com bondade, consideração e tolerância.

E mais uma coisa: nenhum de nós estaria hoje aqui, se alguém não tivesse tido tempo para explicar-nos alguma coisa, para nos dar uns tapinhas nas costas, para levar-nos a uma ou duas reuniões, para fazer numerosos atos de bondade e consciência em nosso favor. Assim, não deixemos nunca chegar a um grau tal de complacência presunçosa, que não nos permita dar ajuda ou tentar dá-la, a nossos irmãos menos felizes, já que ela tem sido tão benéfica para todos nós.

Muitas felicidades,

Dr. Bob"

* Dr. Bob e Bill W. foram co-fundadores do A.A

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Conteúdo: Oração da Serenidade

Nas parede de milhares de salas de reuniões de A.A. pode-se ver a seguinte invocação:

Oração da Serenidade

Não foi o A.A. que a criou. Diferentes versões têm sido empregadas através dos séculos por várias crenças, e esta é de uso corrente hoje em dia, tanto fora do A.A., como dentro da Irmandade. Quer pertençamos a esta ou àquela igreja, quer sejamos humanistas, agnósticos ou ateus, a maioria de nós achou nestas palavras um guia maravilhoso para alcançar a sobriedade, continuar sóbrio e desfrutar de uma vivência sóbria.

Quer consideremos a Oração da Serenidade uma verdadeira prece ou apenas um desejo fervoroso, ela oferece uma receita simples para uma vida emocional saudável.

Pusemos uma coisa no alto da lista das coisas "que não podemos modificar": nosso alcoolismo. Independentemente do que façamos, sabemos que amanhã não deixaremos, de repente, de ser alcoólicos, como não teremos menos 10 anos de idade ou mais 15 centímetros de altura.

Não pudemos mudar nosso alcoolismo. Mas não dissemos docilmente: "Está bem, sou um alcoólico. Acho que tenho de beber até morrer". Havia alguma coisa que podíamos mudar. Não tínhamos de ser bêbados. Podíamos vir a ser sóbrios. Certamente isso exigia coragem. E foi necessário um lampejo de sabedoria para ver que isso era possível, que podíamos ser outros.

Para nós este foi o primeiro e mais óbvio emprego da Oração da Serenidade. Quanto mais nos distanciamos do último gole, mais bonitas e mais carregadas de sentido estas poucas linhas se tornaram. Podemos aplicá-las a todas as situações cotidianas das quais costumávamos fugir direto para a garrafa.

Tomemos um exemplo: "Odeio meu trabalho. Tenho de ficar nele ou posso deixá-lo?" Entra em cena um pouco de sabedoria. "Bem, se eu sair desta firma, as próximas semanas ou os próximos meses poderão ser difíceis, porém acabarei num lugar melhor."
Mas a resposta pode ser: "Enfrentemos a verdade. Os tempos não estão para procurar emprego, tendo uma família para sustentar. Além disso, estou sóbrio há seis semanas apenas, e meus amigos do A.A. dizem que é melhor não começar a fazer mudanças drásticas ainda — devo, é melhor, concentrar-me em não tomar o primeiro gole e esperar até que minha mente se abra. Ora bem, não posso mudar de serviço agora mesmo. Mas talvez possa modificar minha atitude. Vejamos: Como posso aprender a aceitar serenamente o emprego?"

Essa palavra "serenidade" parecia quase um objetivo impossível na primeira vez que vimos a oração. De fato, se serenidade significasse apatia, amarga resignação ou resistência impossível, então nem iríamos tentar atingi-la. Descobrimos, porém, que não significa isso. Quando a vemos agora, é mais como plena aceitação, uma maneira nítida e realista de ver o mundo, acompanhada de paz e força interior. A serenidade é como um giroscópio que nos permite conservar o equilíbrio, a despeito da turbulência que nos assalta. É um estado de espírito que vale a pena buscar.

* Forma Integral : consultar o Livro: "VIVER SÓBRIO"
Disponivel na JUNAAB - Junta de Servi�os Gerais de A.A. do Brasil
Avenida Senador Queiroz, 101 2¼ andar cj 205 Caixa Postal 3180
CEP 01060-970 - S‹o Paulo/SP - Brasil

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Conteúdo: Os Doze Conceitos

Os "Doze Conceitos para Serviços Mundiais", descritos aqui, são uma interpretação da estrutura de serviços mundiais de A.A. Eles mostram a evolução pela qual passaram, chegando à sua forma atual, e detalham as experiências e razões sobre as quais as nossas operações se apóiam hoje. Estes Conceitos, portanto, pretendem registrar o "porquê" da nossa estrutura de serviço, de tal maneira que a valiosa experiência do passado e as lições que tiramos dessa experiência nunca devam ser esquecidas ou perdidas.

OS DOZE CONCEITOS PARA OS SERVIÇOS MUNDIAIS DE A.A.

PRIMEIRO CONCEITO
A responsabilidade final e a autoridade suprema pelos serviços mundiais de AA deveriam sempre residir na consciência coletiva de toda a nossa irmandade.

SEGUNDO CONCEITO
Quando, em 1955, os grupos de AA confirmaram a permanente ata de constituição da sua Conferência de Serviços Gerais, eles automaticamente delegaram à Conferência completa autoridade para a manutenção ativa dos nossos serviços mundiais e assim tornaram a Conferência - com exceção de qualquer mudança nas Doze Tradições ou no Artigo 12 da Ata da Constituição da Conferência - a verdadeira voz e a consciência efetiva de toda a nossa Sociedade.

TERCEIRO CONCEITO
Como um meio tradicional de criar e manter uma relação de trabalho claramente definida entre os grupos, a Conferência, a Junta de Serviços Gerais de AA e as suas diversas corporações de serviço, quadros de funcionários, comitês e executivos, assim assegurando as suas lideranças efetivas, É aqui sugerido que dotemos cada um desses elementos dos serviços mundiais com um tradicional "Direito de Decisão".

QUARTO CONCEITO
Através da estrutura de nossa Conferência, deveríamos manter em todos os níveis de responsabilidade um tradicional "Direito de Participação", tomando cuidado para que a cada setor ou grupo de nossos servidores mundiais seja concedido um voto representativo em proporção correspondente à responsabilidade que cada um deve ter.

QUINTO CONCEITO
Através de nossa estrutura de serviços mundiais, deveria prevalecer um tradicional "Direito de Apelação", assim nos assegurando de que a opinião da minoria seja ouvida e de que as petições para a reparação de queixas pessoais sejam cuidadosamente consideradas.

SEXTO CONCEITO
Em benefício de AA como um todo, a nossa Conferência de Serviços Gerais tem a principal responsabilidade de manter os nossos serviços mundiais e, tradicionalmente, tem a decisão final nos grandes assuntos de finanças e de normas de procedimento em geral. Mas a Conferência tambÉm reconhece que a principal iniciativa e a responsabilidade ativa, na maioria desses assuntos, deveria ser exercida principalmente pelos custódios, membros da Conferência, quando eles atuam entre si como Junta de Serviços Gerais de Alco—licos An™nimos.

SÉTIMO CONCEITO
A Conferência reconhece que a Ata de Constituição e os Estatutos da Junta de Serviços Gerais são instrumentos legais; que os custódios têm plenos poderes para administrar e conduzir todos os assuntos dos serviços mundiais de Alcoólicos Anônimos. Além do mais É entendido que a Ata de Constituição da Conferência não É por si só um documento legal, mas pelo contrário, ela depende da força da tradição e do poder da bolsa de AA para efetivar sua finalidade.

OITAVO CONCEITO
Os custódios da Junta de Serviços Gerais atuam em duas atividades principais: (a) com relação aos amplos assuntos de normas de procedimentos e finanças em geral, eles são os principais planejadores e administradores. Eles e os seus principais comitês dirigem diretamente esses assuntos; (b) mas com relação aos nossos serviços, constantemente ativos e incorporados separadamente, a relação dos custódios é, principalmente, aquela de direito de propriedade total e de supervisão de custódia que exercem atravÉs da sua capacidade de eleger todos os diretores dessas entidades.

NONO CONCEITO
Bons líderes de serviço, bem como mÉtodos sólidos e adequados para a sua escolha são, em todos os níveis, indispensáveis para o nosso funcionamento e segurança no futuro. A liderança principal dos serviços mundiais, antes exercida pelos fundadores de AA, deve, necessariamente, ser assumida pelos custódios da Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos An™nimos.

DÉCIMO CONCEITO
Toda a responsabilidade final de serviço deveria corresponder a uma autoridade de serviço equivalente - a extensão de tal autoridade deve ser sempre bem definida, seja por tradição, por resolução, por descrição específica de função, ou por atas de constituição e estatutos adequados.

DÉCIMO PRIMEIRO CONCEITO
Enquanto os custódios tiverem a responsabilidade final pela administração dos serviços mundiais de AA; eles deverão ter sempre a melhor assistência possível dos comitês permanentes, diretores de serviços incorporados, executivos, quadros de funcionários e consultores. Portanto, a composição desses comitês subordinados e juntas de serviço, as qualificações pessoais dos seus membros, o modo como foram introduzidos dentro do serviço, os seus sistemas de revezamento, a maneira como eles são relacionados uns com os outros, os direitos e deveres especiais dos nossos executivos, quadros de funcionários e consultores, bem como uma base própria para a remuneração desses trabalhadores especiais, serão sempre assuntos para muita atenção e cuidado.

DÉCIMO SEGUNDO CONCEITO
As Garantias Gerais da Conferência: em todos os seus procedimentos, a Conferência de Serviços Gerais observará o espírito das Tradições de AA, tomando muito cuidado para que a Conferência nunca se torne sede de riqueza ou poder perigosos; que suficientes fundos para as operações mais uma ampla reserva sejam o seu prudente princípio financeiro; que nenhum dos membros da Conferência nunca seja colocado em posição de autoridade absoluta sobre qualquer um dos outros; que todas as decisões sejam tomadas atravÉs de discussão, votação e, sempre que possível, por substancial unaminidade; que nenhuma ação da Conferência seja jamais pessoalmente punitiva ou uma incitação à controvÉrsia pœblica; que, embora a Conferência preste serviço a Alcoólicos Anônimos, ela nunca desempenhe qualquer ato de governo e que, da mesma forma que a Sociedade de Alcoólicos Anônimos a que serve, a Conferência permaneça sempre democrática em pensamento e ação.

* OS DOZE CONCEITOS - Forma Integral: consultar o Livro: "OS DOZE CONCEITOS PARA SERVI‚OS MUNDIAIS" Disponível na JUNAAB - Junta de Serviços Gerais de A.A. do Brasil Avenida Senador Queiroz, 101 2¼ andar cj 205
Caixa Postal 3180, CEP 01060-970 São Paulo/SP - Brasil

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Conteúdo: As Doze Tradições

Durante sua primeira década, Alcoólicos Anônimos acumulou uma experiência substancial que indicava que certos princípios e atitudes em nível de Grupo tinham grande valor para assegurar a sobrevivência da estrutura da Irmandade.

Em 1946, os co-fundadores e outros membros pioneiros condensaram esses princípios e os puseram por escrito na revista internacional de A.A., A.A. Grapevine, sob o título de AS DOZE TRADIÇÕES DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, as quais foram aceitas pela Irmandade e aprovadas plenamente na Convenção Internacional de Cleveland, Ohio, em 1950.

As Doze Tradições de AA dizem respeito à vida da própria Irmandade. Delineiam os meios pelos quais A.A. mantém sua unidade e se relaciona com o mundo exterior e a sua forma de viver e desenvolver-se.

Eis as Doze Tradições que nos mantém unidos à despeito das diferenças legais e culturais que existem nos mais de cento e cinqüenta Países onde a irmandade de Alcoólicos Anônimos está presente. Ainda que as Doze Tradições n‹o sejam obrigatórias para nenhum membro ou Grupo de A.A., a maioria deles as adotam como base para ampliar as relações internas e públicas da Irmandade.

AS DOZE TRADIÇÕES DE A.A. - ALCOÓLICOS ANÔNIMOS 

PRIMEIRA TRADIÇÃO
Nosso bem-estar comum deve estar em primeiro lugar; a reabilitação individual depende da unidade de A.A.

SEGUNDA TRADIÇÃO
Somente uma autoridade preside, em última análise, o nosso propósito comum - um Deus amantíssimo que Se manifesta em nossa consciência coletiva. Nossos líderes são apenas servidores de confiança; não têm poderes para governar.

TERCEIRA TRADIÇÃO
Para ser membro de A.A., oúnico requisito é o desejo de parar de beber.

QUARTA TRADIÇÃO
Cada Grupo deve ser autônomo, salvo em assuntos que digam respeito a outros Grupos ou a A.A. em seu conjunto.

QUINTA TRADIÇÃO
Cada Grupo é animado de um único propósito primordial - o de transmitir sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.

SEXTA TRADIÇÃO
Nenhum Grupo de A.A. deverá jamais sancionar, financiar ou emprestar o nome de A.A. a qualquer sociedade parecida ou empreendimento alheio à Irmandade, a fim de que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio n‹o nos afastem de nosso propósito primordial.

SÉTIMA TRADIÇÃO
Todos os Grupos de A.A. deverão ser absolutamente auto-suficientes, rejeitando quaisquer doações de fora.

OITAVA TRADIÇÃO
Alcoólicos Anônimos deverá manter-se sempre não-profissional, embora nossos centros de serviços possam contratar funcionários especializados.

NONA TRADIÇÃO
A.A. jamais deverá organizar-se como tal; podemos, porém, criar juntas ou comitês de serviço diretamente responsáveis perante àqueles a quem prestam serviços.

DÉCIMA TRADIÇÃO
Alcoólicos Anônimos n‹o opina sobre quest›es alheias à Irmandade; portanto, o nome de A.A. jamais deverá aparecer em controvérsias públicas.

DÉCIMA PRIMEIRA TRADIÇÃO
Nossas relações com o público baseiam-se na atração em vez da promoção; cabe-nos sempre preservar o anonimato pessoal na imprensa, no rádio e em filmes.

DÉCIMA SEGUNDA TRADIÇÃO
O anonimato é o alicerce espiritual das nossas Tradições, lembrando-nos sempre da necessidade de colocar os princípios acima das personalidades.

* AS DOZE TRADIÇÔES - Forma Integral: consultar o Livro: "OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÔES" - Disponivel na JUNAAB - Junta de Serviços Gerais de A.A. do Brasil Avenida Senador Queiroz, 101 - 2º andar cj 205 - Caixa Postal 3180, CEP 01060-970 S‹o Paulo/SP - Brasil

 

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Conteúdo: Os Doze Passos

Os Doze Passos de A.A. consistem em um grupo de princípios, espirituais em sua natureza que, se praticados como um modo de vida, podem expulsar a obsessão pela bebida e permitir que o sofredor se torne íntegro, feliz e útil. N‹o são teorias abstratas; são baseadas na experiência dos êxitos e fracassos dos primeiros membros de A.A.

OS DOZE PASSOS

PRIMEIRO PASSO:
*Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.*

SEGUNDO PASSO:
*Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.*

TERCEIRO PASSO:
*Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.*

QUARTO PASSO:
*Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.*

QUINTO PASSO:
*Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.*

SEXTO PASSO:
*Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.*

SÉTIMO PASSO:
*Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.*

OITAVO PASSO:
*Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.*

NONO PASSO:
*Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem.*

DÉCIMO PASSO:
*Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.*

DÉCIMO PRIMEIRO PASSO:
*Procuramos através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós e forças para realizar essa vontade.*

DÉCIMO SEGUNDO PASSO:
*Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a estes passos, procuramos transmitir esta mensagem aos alcoólicos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.*

* OS DOZE PASSOS - Forma Integral: consultar o Livro: "OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES" Disponível na JUNAAB - Junta de Serviços Gerais de A.A. do Brasil. Avenida Senador Queiroz, 101 2¼ andar cj 205 Caixa Postal 3180
CEP 01060-970 S‹o Paulo/SP - Brasil

 

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Conteúdo: A História do A.A.

Alcoólicos Anônimos nasceu em Akron, em 1935, quando um homem de negócios de Nova York, sóbrio pela primeira vez em anos, visitou um outro alcoólico.

Durante seus poucos meses da recém-encontrada sobriedade, o homem de Nova York havia constatado que seu desejo de beber diminuía quando tentava ajudar outros "bêbados" a alcançarem a sobriedade.

Em Akron, ele foi conduzido a um médico do local que era um bebedor-problema.

Trabalhando juntos, o homem de negócios e o médico descobriram que sua capacidade de permanecer sóbrios parecia estar bastante ligada ao grau de ajuda e encorajamento que conseguiam dar a outros alcoólicos.

Durante quatro anos, o novo movimento, sem nome, sem nenhuma organização ou literatura descritiva, cresceu lentamente. Formaram-se Grupos em Akron, Nova York, Cleveland e em alguns outros centros.

Em 1939, com a publicação do livro "Alcoólicos Anônimos", do qual a Irmandade tirou seu nome, e em resultado da ajuda de vários amigos não-alcoólicos, A.A. começou a atrair a atenção nacional e internacional. Abriu-se, ent‹o, um escritório de serviços em Nova York para atender as milhares de consultas e pedidos de literatura que são recebidos a cada ano.

Para conhecer a história completa, clique aqui

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Conteúdo: A Irmandade

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS é uma irmandade de homens e mulheres que compartilham suas experiências, forças e esperanças, a fim de resolver seu problema comum e ajudar outros a se recuperarem do alcoolismo.

O único requisito para tornar-se membro é o desejo de parar de beber. Para ser membro de A.A. não há necessidade de pagar taxas ou mensalidades; somos auto-suficientes, graças às nossas próprias contribuições.

*A.A. não está ligado a nenhuma seita ou religião, nenhum partido político, nenhuma organização ou instituição; não deseja entrar em qualquer controvérsia; não apóia nem combate quaisquer causas.

*Nosso propósito primordial é mantermo-nos sóbrios e ajudar outros alcoólicos a alcançarem a sobriedade.

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